Tecnologia que preserva: Governo do Estado aposta na inovação para salvar o meio ambiente e transformar vidas

Encontro sobre Pesquisa e Tecnologias reforça papel do MS como referência nacional em ciência, conservação e enfrentamento às mudanças climáticas

Jornada reúne pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de instituições científicas e tecnológicas para debater soluções sustentáveis

Inovação, conhecimento e compromisso com o futuro marcaram a abertura da III Jornada de Pesquisa e Tecnologias, realizada nesta quarta-feira (26) no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. O evento, promovido pelo Governo do Estado, por meio da gestão do Bioparque, abre as comemorações pelos três anos de funcionamento do maior aquário de água doce do mundo e reafirma o protagonismo de Mato Grosso do Sul na agenda climática e científica do Brasil.

Com o tema “Conservação em Tempos de Crise Climática”, a jornada reúne pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de instituições científicas e tecnológicas para debater soluções sustentáveis, apresentar projetos inovadores e consolidar parcerias estratégicas.

Na cerimônia de abertura, o vice-governador Barbosinha representou o governador Eduardo Riedel e destacou o papel transformador da ciência aliada à política pública.

“É motivo de muito orgulho poder participar de um evento que une ciência, pesquisa, tecnologia e inovação com um objetivo muito claro: preservar a vida, cuidar do nosso meio ambiente e projetar o futuro do nosso Estado. O Bioparque é um marco nesse processo”, afirmou Barbosinha.

A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, reforçou que o evento também tem como missão divulgar os avanços obtidos pelo complexo desde sua criação.

“A Jornada é um momento muito especial para nós porque consolida o Bioparque como um polo de produção científica. Reunindo pesquisadores, instituições parceiras estamos abrindo espaço para novas ideias e soluções que nos ajudem a enfrentar os desafios da crise climática”, destacou.

Com mais de 450 espécies aquáticas distribuídas em 239 tanques, o Bioparque é hoje referência mundial em pesquisa, conservação e educação ambiental. Destaque para o Centro de Conservação de Peixes Neotropicais, que já registrou 20 espécies inéditas para a ciência no mundo e 15 inéditas no Brasil, e para o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal (MiBio), inaugurado em 2023 com R$ 19,9 milhões em investimentos públicos e privados.

Barbosinha reforçou que a aposta na ciência é um pilar do governo estadual. “A Jornada de Pesquisa demonstra, mais uma vez, que Mato Grosso do Sul tem compromisso com a sustentabilidade, com a valorização da nossa biodiversidade e com o desenvolvimento baseado no conhecimento. Aqui nasce um novo jeito de governar: com responsabilidade climática e com respeito à ciência.”

Diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, disse que complexo é como um polo de produção científica

A III Jornada de Pesquisa e Tecnologias segue até sexta-feira (28) com painéis temáticos, minicursos, exposições, apresentação de trabalhos acadêmicos e debates sobre a crise climática, energia renovável, bioeconomia e políticas públicas. A iniciativa está alinhada ao Plano Estadual MS Carbono Neutro – Proclima, que busca zerar as emissões líquidas de carbono em Mato Grosso do Sul até 2030.

“Mais que um aquário, o Bioparque é uma ferramenta de transformação. E cada dado gerado, cada parceria firmada, cada espécie conservada é um passo a mais na direção de um futuro sustentável para o nosso estado e para o planeta”, finalizou Maria Fernanda.

Fotos: João Garrigó

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